Regulamento da Liga Desportiva

CLÁSSICOS
REGULAMENTO TÉCNICO
 
 
 
ARTIGO 1: VEÍCULOS, CHASSI E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS 
ARTIGO 2: CATEGORIAS 
ARTIGO 3: CARROCERIA E DIMENSÕES 
ARTIGO 4: PESO 
ARTIGO 5: MOTOR 
ARTIGO 6: TRANSMISSÃO PARA AS RODAS 
ARTIGO 7: SUSPENSÃO 
ARTIGO 8: SISTEMA DE FREIOS 
ARTIGO 9: SISTEMA DE DIREÇÃO 
ARTIGO 10: RODAS E PNEUS 
ARTIGO 11: COMBUSTÍVEL E ABASTECIMENTO 
ARTIGO 12: LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO 
ARTIGO 13: SISTEMA ELÉTRICO 
ARTIGO 14: EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA 
ARTIGO 15: ESTRUTURA DE SEGURANÇA 
ARTIGO 16: TELEMETRIA 
ARTIGO 17: LIMITE MÁXIMO DE VELOCIDADE MÉDIA E 
PENALIZAÇÕES 
ARTIGO 18: CONSIDERAÇÕES GERAIS 
 
 
 
– Esta categoria é indicada aos pilotos iniciantes, amadores, que participam por hobby, aos apaixonados pelo antigomobilismo e aos “experientes” pilotos que apreciam reviver os bons
momentos do passado.
II - Devido aos veículos terem 25 anos de existência ou mais, o piloto que
participar desta categoria aceita incondicionalmente a respeitar o seu colega
de pista, se comprometendo a evitar ao máximo qualquer tipo de contato
físico entre os veículos com a finalidade de preservar a integridade destes e
de seus condutores.
III - Os veículos participantes deverão ser apresentados com uma aparência
externa impecável e condizente com o evento. As pinturas, números e
adesivos estéticos ou dos patrocinadores deverão ser elaborados de maneira
harmoniosa e profissional. As linhas e as formas
características da carroceria, suas dimensões originais e outros elementos
estéticos característicos, deverão ser respeitadas e mantidas de modo a
permitir o imediato reconhecimento dos modelos originais. 
Diante deste quadro, apresenta-se o presente regulamento a ser firmado e 
seguido por todos os participantes:
 
 
ARTIGO 1 – VEICULOS CHASSIS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS 
1.1 – VEÍCULOS 
1.1.1 - Permitidos 
-
  Importados  e  nacionais  lançados  até  1988,  e  estes  veículos  nacionais 
produzidos  apenas  com  as  modificações  estéticas  apresentadas  pela 
fábrica até 92, mas que mantiveram a mesma base técnica. 
-
 Carreteras e réplicas nacionais; 
 
1.1.2 - Proibidos 
Monopostos e  protótipos, independente do  ano de fabricação. 
 
1.1.3 – Casos Especiais 
Modelos  diferentes  aos  relacionados  neste  regulamento,  ou  com  alguma 

CLÁSSICOS

REGULAMENTO TÉCNICO

 
 
 
ARTIGO 1: VEÍCULOS, CHASSI E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS 
ARTIGO 2: CATEGORIAS 
ARTIGO 3: CARROCERIA E DIMENSÕES 
ARTIGO 4: PESO 
ARTIGO 5: MOTOR 
ARTIGO 6: TRANSMISSÃO PARA AS RODAS 
ARTIGO 7: SUSPENSÃO 
ARTIGO 8: SISTEMA DE FREIOS 
ARTIGO 9: SISTEMA DE DIREÇÃO 
ARTIGO 10: RODAS E PNEUS 
ARTIGO 11: COMBUSTÍVEL E ABASTECIMENTO 
ARTIGO 12: LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO 
ARTIGO 13: SISTEMA ELÉTRICO 
ARTIGO 14: EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA 
ARTIGO 15: ESTRUTURA DE SEGURANÇA 
ARTIGO 16: TELEMETRIA 
ARTIGO 17: LIMITE MÁXIMO DE VELOCIDADE MÉDIA E 
PENALIZAÇÕES 
ARTIGO 18: CONSIDERAÇÕES GERAIS 

ARTIGO 19 – REGULAMENTO DESPORTIVO

 
 
 
I– Esta categoria é indicada aos pilotos iniciantes, amadores, que participam
 por hobby, aos apaixonados pelo antigomobilismo e aos “experientes” 

pilotos que apreciam reviver os bons momentos do passado. 

II - Devido aos veículos terem 25 anos de existência ou mais, o piloto que
participar desta categoria aceita incondicionalmente a respeitar o seu colega
de pista, se comprometendo a evitar ao máximo qualquer tipo de contato
físico entre os veículos com a finalidade de preservar a integridade destes e
de seus condutores.
III - Os veículos participantes deverão ser apresentados com uma aparência
externa impecável e condizente com o evento. As pinturas, números e
adesivos estéticos ou dos patrocinadores deverão ser elaborados de maneira
harmoniosa e profissional. As linhas e as formas
características da carroceria, suas dimensões originais e outros elementos
estéticos característicos, deverão ser respeitadas e mantidas de modo a
permitir o imediato reconhecimento dos modelos originais. 
Diante deste quadro, apresenta-se o presente regulamento a ser firmado e 
seguido por todos os participantes:
 

 

ARTIGO 1 – VEICULOS CHASSIS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS 

1.1 – VEÍCULOS 

1.1.1 - Permitidos 

 Importados  e  nacionais  lançados  até  1988,  e  estes  veículos  nacionais 

produzidos  apenas  com  as  modificações  estéticas  apresentadas  pela 
fábrica até 92, mas que mantiveram a mesma base técnica. 
Carreteras e réplicas nacionais; 
 
1.1.2 - Proibidos 
Monopostos e  protótipos, independente do  ano de fabricação. 
 
1.1.3 – Casos Especiais 
Modelos  diferentes  aos  relacionados  neste  regulamento,  ou  com  alguma divergência quanto ao mesmo, terão que ser previamente vistoriados, aprovados e liberados pela comissão técnica da LIGA. 
1.2 – CHASSI 
Todos  os  veículos  deverão  ter   chassi  ou   carroceria   (no   caso   desta  ser 
monobloco) original. 
1.3 – MODIFICAÇÕES PERMITIDAS 
Tudo  que  não  constar  deste  regulamento  como  permitido,  é  expressamente 
proibido, sendo assim, todo  item que  não for contemplado  neste  regulamento    deverá 
encontrar-se nas suas características originais. 
Os  veículos  deverão  ser  originais.  Suas  carrocerias  poderão  receber  apenas 
pequenas modificações com o propósito de adequá-los e torná-los mais seguros para o 
uso em competição. 
O motor poderá ser trabalhado dentro das regras deste regulamento. 
Deverá ser mantida toda a colocação e fixação dos componentes da suspensão. 
Deverão ser instalados banco de competição, cintos de segurança quatro ou cinco pontos  
e equipamentos de segurança, arco de segurança  mais barra transversal. 
No  caso  de  dúvida,  as  peças  deverão  ser  confrontadas  com  as  originais  de 
fábrica. 
Quando  este  regulamento  não  permitir  clara  e  especificamente  que  a  peça  ou 
componente possa receber algum tipo de trabalho, esta deverá ser mantida original. 
Proibida  toda  e  qualquer  adição  de  material  (solda,  colagem,  eletrólise,  etc.)  a 
qualquer  elemento  mecânico,  seja  motor,  câmbio  ou  suspensão.  Somente  nos  casos 
em que este Regulamento permitir serão aceitos tais trabalhos. 
 

ARTIGO 2 – CATEGORIAS 

2.1  –  CATEGORIA  A  ►  Identificação  =  Fundo  vermelho  com  a  letra  “A”  em branco.  
Veículos com motores originais até 1.400 cc tração dianteira ou traseira
 
2.2 – CATEGORIA B  ► Identificação = Fundo azul com a letra “B” em branco 
   Veículos com motores originais de 1.401 a 1.600 cc tração traseira 
  
 2.3 – CATEGORIA C  ► Identificação = Fundo preto com a letra “C” em branco   
Veículos  de  tração  dianteira,  com  motores  originais de 1.401 a 1.600 cc
 
2.4 – CATEGORIA D  ► Identificação = Fundo verde com a letra “D” em branco   
Veículos  de  tração dianteira ou traseira,  com  motores  originais,  cuja  cilindrada  seja superior a 1.601cc e no máximo 2.000cc ; veículos carreteira ou réplicas com  motores   adaptados.  
 
2.5 – CATEGORIA E ► Identificação = Fundo amarelo com a letra “E” em preto
Veiculos adaptados com tração dianteira ou trraseira, equipados com motor ea 111, standart, original sem nenhum tipo de retrabalho, cabeçote original sem nenhum tipo de retrabalho, injetados com mapeamento padrão a ser definido por adendo técnico.

 

ARTIGO 3 – CARROCERIAS E DIMENSÕES 

3.1 – CARROCERIA 
A  aparência  externa  deverá  ser  original  de  maneira  que  o  veículo  possa  ser 
facilmente  identificado pela sua marca e modelo. A carroceria deverá ser de   chapa de 
aço,  sendo,  contudo,  permitidos  partes  em  fibra  desde  que  o  peso  se  enquadre 
conforme  artigo  4º,  ou  em  fibra  para  os  veículos  originalmente  fabricados  com  este 
material. 
Todos  os  veículos  deverão  manter  suas  dimensões  originais  :  comprimento  x 
largura x altura. 
Proibido o  uso de spoiller dianteiro  nos  carros originais. A frente original deverá 
ser mantida. Permitido excepcionalmente nos veículos caracterizados ou carreteras. 
Proibido uso de aerofólio (asa), exceto veículos caracterizados ou carreteras. 
Proibido  extrator  de  ar  traseiro  ou  qualquer  apêndice  aerodinâmico  (chapa  de 
alumínio  ou  fibra  de  vidro)  localizado  na  parte  traseira  do  veículo,  dianteira  ou  saias 
laterais, com efeito, aerodinâmico, bem como “fundo plano”
Permitida  pequena abertura  na  parte da frente  para o sistema de arrefecimento 
(sistema de freio). 
3.2 –
 MATERIAIS INFLAMÁVEIS 
Obrigatória  a  retirada  dos  bancos,  laterais  internas  de  papelão,  forrações 
acústicas e demais materiais inflamáveis. Nos carros totalmente originais será permitido 
manter  os  acabamentos  internos  sendo,  porém,  obrigatório  a      retirada  de  todos  os 
bancos e a colocação de um banco tipo concha para o piloto 
3.3 – PÁRA-CHOQUE 
Obrigatória  a  retirada  dos  para-choques.  Se  o  veículo  originalmente  tiver  saído 
de fábrica com para-choques envolventes de plásticos, estes poderão ser mantidos. 
3.4 – PARALAMAS 
Obrigatório  manter  suas  formas  e  dimensões  originais.  Permitido  para-lamas 
abaulados só nos casos de veículos caracterizados ou carreteras.  
3.5 – ESPELHOS RETROVISORES 
Obrigatória a permanência dos espelhos retrovisores, interno e externo esquerdo 
e direito, sendo liberado o uso de qualquer marca e modelo. 
3.6 – VIDROS 
  É  permitido  o  uso  de  para–brisa  laminado, Policarbonato.   
Os demais vidros poderão ser substituídos por acrílico ou policarbonato. 
3.7 – ENTRE-EIXOS 
Deverá ser mantida a medida original do veículo, sendo admitido o rebaixamento 
da suspensão.  
3.8 – LAY OUT E FIXAÇÃO DO CONJUNTO MOTRIZ 
Motor, câmbio e diferencial não  podem ser deslocados, tanto transversal    como 
longitudinalmente,  em  relação  à  fixação  original,  exceção  feita  aos  veículos  das 
categorias  “D”  que  tenham  adaptado  motor  AP  dos  veículos  originalmente  fabricados 
com motor a AR. 
3.9 – TRAVA DO CAPÔ 
Obrigatória  a  instalação  de  duas  travas  de  segurança  no  capô  dianteiro  e 
traseiro. Dispensado nos carros totalmente originais. 
3.10 – FARÓIS 
Poderão ser mantidos os originais ou poderão ser utilizados adesivos imitando o 
farol  original  do  veículo.  Nos  veículos  caracterizados  e  carreteras  serão  permitidos 
faróis auxiliares, fixados em suportes, em substituição aos originais. 
Obrigatório  que  todas  as  lanternas  e  faróis  sejam  protegidos  com  adesivo 
plástico transparente. 
3.11 – GANCHOS DE REBOQUE 
Obrigatório  a  colocação  de  gancho  de  reboque  na  dianteira  e  na  traseira  do 
veículo,  firmemente  fixado.  Este  gancho  deverá  ser  metálico  de  diâmetro  mínimo  8,0 
mm, identificado com cor contrastante com a cor do veículo para facilitar a localização. 
 

ARTIGO 4 – PESO 

O peso mínimo permitido será de até no máximo  15%  abaixo do peso do veículo 
original  indicado  em  fontes  oficiais  emitidas  pelas  fábricas  e/ou  no  manual  do 
proprietário. 
Em nenhuma hipótese nenhum veículo poderá ter peso inferior a 680 Kg. 
Apresenta-se aqui rol de pesos de veículos já conhecidos: 
 
VEÍCULO                         PESO MÉDIO PADRÃO (KG)       PESO MÍNIMO (KG) 
VW SEDAN                                         800                                          680 
VW BRASILIA                                      890                                          756 
VW ZÉ DO CAIXÃO                             900                                          765 
VW TL                                                880                                         748 
KARMANN-GHIA                                820                                          697 
VW PASSAT                                        900                                          765 
VW SP-2                                            890                                          756 
PUMA                                                750                                          680 *
MIURA                                               750                                          680 * 
FALCÃO                                             820                                          697 
PORSCHE SPYDER                               650                                         780 * 
BR-800                                             620                                          680 * 
DODGE-1800                                   980                                           833 
DODGE DART                                 1.450                                        1.232 
FNM JK 2000                                  1.360                                        1.156  
 FNM 2150                                     1.450                                        1.232 
ALFA 2300                                     1.350                                         1.147 
ALFA GTV                                         945                                            803 
FIAT 147/SPAZIO                             800                                             680 
FIAT OGGI                                        830                                            705 
DARDO                                            700                                             680 * 
TOPOLINO                                       800                                             680 
GORDINI                                          750                                             680 * 
WILLIS INTERLAGOS                         550                                             680 * 
CORCEL I                                         940                                             799 
CORCEL II                                        950                                             807 
MAVERICK 4 CILINDROS                1.270                                          1.079 
MAVERICK 6 CILINDROS               1.320                                           1.122 
MAVERICK 8 CILINDROS               1.400                                            1.190 
GALAXIE 500                               1.780                                             1.513 
OPALA                                         1.130                                               960 
CHEVETTE SEDAN                           880                                               748 
CHEVETTE HATCH                          900                                                765 
PUMA GTB                                      950                                                807 
SANTA MATILDE                          1.240                                              1.054 
CHEVROLET 210 (1956)               1.400                                              1.190 
DKW                                               950                                                 807 
PUMA DKW                                     900                                                 765 
BMW GLAS GT                                870                                                  739 
SIMCA V-8                                  1.200                                                1.020 
AERO-WILLYS                              1.450                                                1.232 
VW GOL                                         872                                                    742 
VW VOYAGE                                   890                                                    757 
FIAT UNO                                      880                                                    748 
 FIAT PRÊMIO                                920                                                     782 
FORD ESCORT                               880                                                   748 
 
* Peso mínimo 680 Kg  
Partes  em  fibra  serão  permitidas  desde  que  o  peso  final  se  enquadre  nesteartigo 
Caso  o   peso  do  veículo   não   alcance  o   limite   estabelecido,  deverão  ser 
acrescidos  lastros  fixados  abaixo  do  banco  do  piloto,  até  que  o  peso  mínimo  seja 
alcançado.  Não  será  permitido  o  uso  destes  como  forma  de  distribuição  de  peso  no 
veículo 
A  Comissão  Técnica  da  Categoria  e  a  LIGA,  poderão,  a  qualquer  momento, 
durante o campeonato exigir que o piloto proceda à nova pesagem do veículo.  
 

ARTIGO 5 – MOTOR 

5. 1 – MOTOR ASPIRADO 
É  permitida  a  troca  de  pistões,  para  adequação  ao  uso  de  álcool  como 
combustível,  desde  que  respeitado  o  diâmetro  original, sendo  permitido  o  uso  de 
pistões forjados. 
A  cilindrada  deverá  ser  a  original  com  tolerância  máxima  de  1,0mm  na  medida 
do cilindro para os motores de 4 tempos e de 2,5mm nos de 2 tempos. 
Os coletores de admissão e exaustão poderão ser substituídos. Medidas livres. 
O  cabeçote  pode  ser  o  original  ou  não,  desde  que  seja  mantida  a  mesma 
marca/fabricante do motor original, porém de fabricação no máximo até  1990, como por 
exemplo, o cabeçote GM Cabeçote do Chevette pode ser substituído pelo do Monza; 
É permitido o trabalho e o rebaixamento do cabeçote. Taxa de compressão livre. 
Permitido   somente   2   (duas)  válvulas   por   cilindro,   a   de   admissão   e   a   de 
escapamento. 
Comandos de válvula opcionais serão aceitos, independente de sua procedência 
(importado ou nacional). 
É  obrigatório  o  uso  do  dínamo  ou  alternador,  não  sendo  permitida  qualquer 
modificação. 
Permitido ventilador elétrico adicional para auxiliar a refrigeração; 
Permitido radiador de óleo; 
Radiador e circuito de água livres, porém nos alojamentos originais; 
Permitido bomba d’água nos motores de 2 tempos; 
Permitido o uso de bomba de óleo externa e cárter seco; 
 
5.2 – CARBURADORES PERMITIDOS 
Para os veículos das Categorias “A”,“B” e "C" deverão ser utilizados os carburadores 
originais do veículo com trabalho, calibragem e ajustes livres. 
Para os veículos da Categoria “D” poderão ser utilizados os carburadores 
originais do veículo com trabalho, calibragem e ajustes livres, assim como   até dois (2) 
carburadores  fabricados  exclusivamente  para  competição,  de  corpo  duplo,  com 
borboleta de no máximo 40 mm. 
Na categoria "E" será permitido o  uso de  injeção eletrônica  indireta ou direta de combustível . 
Não é permitido o uso de sistema de partida a frio. 
 
5.3 – ESCAPAMENTO 
Permitido escapamento trabalhado. 
A(s)  saída(s)  não  deverá  (ão)  formar  saliência  em  relação  à  circunferência 
máxima do carro maior do que de 150 mm para fora. 
É  obrigatória  a  utilização  de  abafador  no  escapamento  sempre  que  o  motor for 
acionado no interior dos boxes. 
 
 
 

ARTIGO 6 – TRANSMISÃO PARA AS RODAS 

6.1 – CAIXA DE CÂMBIO 
Deverá  ser  original,  sendo  permitida  qualquer  relação  de  marchas,  desde  que 
se  mantenha  o  número  de  marchas  originais  do veículo  e  a  ré.  As  engrenagens 
deverão ser originais da mesma marca do veículo, e obrigatoriamente nacionais. 
 
Não  é  permitido  modificar  as  engrenagens  para  dentes  retos.  Proibido  qualquer 
sistema de auxilio eletrônico. 
Embreagens deverão ser as originais da marca fabricante do carro. 
6.2 – DIFERENCIAL 
Caixa do diferencial original, não podendo haver qualquer trabalho ou troca    por 
relações não disponíveis como item de fábrica. 
Proibido o uso  de autoblocante. 
 
 
 

ARTIGO 7 - SUSPENSÃO 

7.1 — FIXAÇÃO 
A  fabricação  das  bandejas,  o  tipo  do  eixo  traseiro  e  o  tipo  de  suspensão  e 
molas, não poderão ser modificados ou substituídos por outro. 
Os pontos de fixação das bandejas não poderão ser deslocados, seja no sentido 
longitudinal ou transversal. 
7.2 – BUCHAS 
É permitido a substituição das buchas e articulações por sistemas mais   seguros 
em poliuretano. 
7.3 – AMORTECEDORES E MOLAS 
Permitido recalibrar amortecedores, e rebaixar molas. 
No  caso  de  VW  a  AR  será  permitido  colocar  catraca,  não  sendo,  conduto, 
permitido a utilização de amortecedores com molas externas. 
Todos os  componentes deverão ser nacionais. 
 

ARTIGO 8 – SISTEMA DE FREIOS 

8.1 – FREIO 
Os  circuitos,  obrigatoriamente,  devem  ser  independentes.  Permitido  o  uso  de 
disco ventilado. 
O restante do conjunto, obrigatoriamente, deve ser mantido original. 
Válvulas  limitadoras  só  poderão  ser  utilizadas  quando  o  veículo,  originalmente 
tenha saído com este sistema.  Neste caso, o  equipamento a ser  usado é o original do 
veículo. 
8.2 – TOMADAS DE AR PARA FREIOS 
É  permitido  o  uso  de  tomadas  de  ar  para  ventilação  dos  freios  dianteiros  e 
traseiros, desde que não implique em modificações drásticas na carroceria. 
 
8.3 – FREIO DE ESTACIONAMENTO 
O sistema de freio de estacionamento  (freio de  mão)  poderá ser  retirado, sendo 
opcional o seu uso. 
 
 

 

ARTIGO 9 – SISTEMA DE DIREÇÃO 

9.1 – SISTEMA PERMITIDO 
Original do veículo sem modificações. 
 
9.2 – VOLANTE 
Permitida a utilização de volante de direção esportiva, exceto de madeira. 
 

 ARTIGO 10 – RODAS E PNEUS 

10.1 – RODAS 
No máximo aro 15” e tala 8”
. O material de fabricação é livre. 
10.2 - PNEUS 
Deverão  ser  utilizados  pneus  vendidos  no  mercado  de  varejo  nacional,  que 
tenham o selo do INMETRO. Os pneus poderão ser de fabricação nacional, produzidos 
no Mercosul, ou similares. Considera-se pneu similar aquele que embora produzido em 
outros  países  é  o  mesmo  do  que  foi  produzido  no  Brasil.  (por  exemplo:  GPS3  foi 
produzido aqui, mas hoje no mercado nacional se encontra este pneu vindo da Turquia. 
Este pneu poderá ser utilizado) 
Os  pneus  deverão  ter  medida  máxima  de  largura  de  205.  Podem  ser  lixados, 
porém com  sulcos de no mínimo 2 a 3mm. 
Proibido  o  uso  de  PNEUS  ESPECIAIS  de  “COMPETIÇÃO”,  pneus 
“RECAPADOS”
,  bem  como  também  uso  de      válvulas  reguladoras  eletrônicas  de 
pressão. 
Ficam   proibidos  os   pneus  YOKOHAMA,  TOYO  e  ACHILLES  e  os   pneus 
similares a estes que vierem a ser colocados à venda no mercado de varejo nacional. 
 
 
 

ARTIGO 11 – COMBUSTÍVEL E ABASTECIMENTO 

11.1-TIPO DE COMBUSTÍVEL 
Poderá  ser  utilizado  como,  combustível,  Gasolina  ou  etanol.  Não  é  permitido  o 
uso  de  Metanol  ou  qualquer  combustível  que  não  seja  vendido  comercialmente  para 
automóveis de passeio. 
 11.2 –REABASTECIMENTO 
É proibido o reabastecimento durante a prova e no grid. 
11.3 – TANQUE DE COMBUSTÍVEL 
Tamanho  do tanque  será  livre  fixado  no  local  original  ou  dentro  do  porta-malas 
do veículo.  Neste   caso  deverá  existir  uma  chapa  “corta-fogo”  separando  a  cabine  do 
porta-malas.  Sua  fabricação  poderá  ser  em  metal  ou  borracha,  sendo  vedada  a 
utilização de tanque fabricado em fibra ou plástico. 
11.4 –TUBULAÇÃO DE COMBUSTIVEL 
Original  do  veículo,  não  podendo  passar  por  dentro  do  habitáculo.
11.5 – BOMBA E FILTRO DE COMBUSTÍVEL 
Permitido  o  uso  de  bomba  elétrica  de  combustível  não  podendo  ser  fixado 
dentro do habitáculo. Filtros liberados em quantidade e tamanho. 
 

ARTIGO 12 – LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO 

12.1 – RESERVATÓRIO PARA RESPIRO 
Obrigatória  a  colocação de  um  reservatório de  no  mínimo 2  (dois)  litros  para os 
respiros do motor e transmissão. 
12.2 - RADIADOR 
Livre, mas mantendo os pontos do sistema original de refrigeração do motor. 
Permitido a instalação de um ventilador elétrico auxiliar. Permitida a refrigeração 
forçada de óleo. 
Fica permitida a utilização de Cárter seco. 
 
 
 

ARTIGO 13 – SISTEMA ELÉTRICO 

13.1 – BATERIA 
Permitido  o  uso  de  chumbo  ácido,  tipo  selada,  de  qualquer  marca,  nacional  ou 
não,  que  comprovadamente  esteja  disponível  no  comércio  de varejo,  com  capacidade 
de 12 Volts. 
13.2 – LUZES DE FREIO 
Obrigatório o uso de 2 (dois) pontos de lâmpadas de freio com capacidade de 21 
watts,  que  ao final  da  prova  esteja  em  perfeito funcionamento,  conforme  estabelecido 
no parágrafo 1º do artigo 14 do Regulamento Desportivo. 
Permitida a  instalação de  mais 2  (dois)  pontos de  lâmpadas  na  parte  interna do 
habitáculo voltada para a parte traseira do veículo. 
 
 
 

ARTIGO 14 – EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA 

14.1 – BANCO DO PILOTO 
Obrigatória a instalação de um banco de competição para piloto
14.2 – EXTINTOR DE INCÊNDIO 
Obrigatória  a  colocação  dentro  do  habitáculo  do  veículo  de  no  mínimo  1  (um) 
extintor  de   incêndio  de  4   kg   (quatro  quilos)  de   pó  químico  fixado   na   posição 
vertical,com alça de acionamento ao alcance do piloto. 
Também  será  obrigatório  que  cada  veículo  mantenha  no  seu  box  no  mínimo  1 
(um) extintor de incêndio de 6 kg (seis quilos) de pó químico.   
14.3 – CINTO DE SEGURANÇA 
Obrigatória  a  instalação  de  cinto  de  segurança  homologado  FIA/CBA,  com  no 
mínimo 4 (quatro) pontos de fixação.
14.4 – CHAVE GERAL E ALÇA DO EXTINTOR 
Obrigatória  a  utilização  de  uma  chave  geral  e  alça  do  extintor  tanto  na  parte 
interna quanto externa do veículo.
Internamente a chave geral e alça do extintor deverão estar ao alcance do piloto 
sentado e com o cinto de segurança afivelado. 
Externamente a chave geral e a alça do extintor poderão ser instaladas do lado 
do piloto. 
 

ARTIGO 15 – ESTRUTURA DE SEGURANÇA (SANTO ANTÔNIO) 

15.1 – ARCO DE SEGURANÇA 
Obrigatório  o  uso  de  arco  de  segurança  , adicionado de barra transversal. 
Permitido  soldar  o  arco  de  segurança  na  carroceria  do  veículo  com  adição  de 
material.
Obrigatório  que  o  arco  de  segurança  seja  apoiado  no  chassi  no  mínimo  por  4 
(quatro) pontos. 
Os  tubos  do  arco  de  segurança  deverão  ser  de  aço  carbono  estirados  a  frio 
com no mínimo 38 mm de diâmetro externo e 2,00 mm. de espessura. 
 
 
 
ARTIGO 16 – TELEMETRIA 
Proibido o uso de qualquer tipo de telemetria em qualquer componente do carro. 
 
 

ARTIGO 17 – LIMITES DE VELOCIDADE E PENALIZAÇÕES 

17.1 – VELOCIDADE 
Em Interlagos o tempo  mínimo  permitido será de 2'15" e Piracicaba 1'20’’.  Não serão  permitidos  tempos  inferiores  a  este.  Caso  isto ocorrer  o  participante  terá  seu tempo total acrescido, conforme a regra abaixo:
Se  o  participante  completar  a volta  com  um  tempo  inferior  ao  permitido 
receberá um acréscimo de 20 segundos. 
  Se  o  participante  repetir  a  infração  pela  segunda  vez,  será  novamente 
penalizado em mais 20 segundos; 
 Se o participante cometer a terceira infração, será penalizado com a sua 
exclusão da prova. 
 

ARTIGO 18 – CONSIDERAÇÕES GERAIS 

18.1  ►  É  proibido  o  uso de quaisquer  instrumentos, dispositivos, ou outro  meio 
de comunicação que possa orientar o  piloto a controlar seu tempo de   volta.     Assim, 
não  é  permitido  o  uso  de  relógio  de  pulso,  celulares  (c/GPS),  instrumentos  no  interior do  carro,  tais  como  relógios,  cronômetros,  “hot  laps”,  GPS,  ou  quaisquer  dispositivos que indiquem "tempo"
. Também não é permitido o uso de rádio para comunicação com 
o piloto. Não é permitido sinais externos com as mãos, placas indicativas, cartazes, 
faixas, etc...É permitida utilização de instrumentação tipo data logger. O piloto flagrado 
utilizando  cronômetro,  além  de  ser  desclassificado  da  prova  em  que  tiver  utilizado  o 
cronometro, será punido com a sua suspensão por duas provas da categoria dentro do 
Campeonato Paulista de Automobilismo. 
18.2   ►   O   piloto  que   participar  desta   categoria   aceita   incondicionalmente 
respeitar o seu colega de pista se comprometendo a evitar ao máximo qualquer tipo de 
contato físico entre os veículos com a finalidade de preservar a integridade destes e de 
seus condutores. 
18.3   ►  A  largada  será  com  os  veículos   parados,  através  de  sinalização 
luminosa. 
18.4  ►  Para  participar  desta  categoria  os  modelos  diferentes  aos  relacionados 
ou  com  alguma  divergência  quanto  ao  regulamento  terão  que  ser  previamente 
aprovados e liberados em comum acordo pela comissão técnica da LIGA.  
18.5  ►  Os  carros  deverão  ter  uma  aparência  impecável.  Não  serão  permitidos 
os veículos em mau estado de funilaria e pintura, devendo haver prioridade total para a 
originalidade. 
18.6  ►  Todos  os  pilotos  terão  que  assinar  um  termo  de  conhecimento  e 
compromisso em respeitar este regulamento. 
18.7  ► Os casos omissos serão resolvidos comissão da LIGA.
 

ARTIGO 19 – REGULAMENTO DESPORTIVO

- O treino será realizado na sexta feira de acordo com adendo da prova.
- A classificação será realizada no Domingo.
- A prova terá duas baterias de 15 ( quinze ) voltas ou 35 ( trinta e cinco ) minutos.
- A largada será na modalidade "parada".
- Na volta 7 ( sete ) sete será feita uma intervenção pelo safety car para juntar o grid, caso haja uma intervenção antes da volta 7 ( sete ) esta será cancelada.
- A classificação se dará por quem mais se aproximar do tempo, nunca abaixo do tempo; O critério de desempate, será por quem fizer o primeiro melhor tempo e assim por diante.Os que fizerem tempos iguais ou acima de 2'15" em interlagos e 1'20" em Piraciacba, largarão em primeiro em ordem crescente dos tempos. Já os carros que fizerem o tempo inferior ao permitido serãopenalizados da seguinte forma:
a) A primeira volta abaixo do tempo estipulado: perda dos tempos de volta e o piloto larga atrás do primeiro pelotão, na ordem decrescente de tempo. O menor tempo de todos larga em último.
b) A segunda volta abaixo do tempo estipulado: perda dos tempos de volta e o piloto larga atrás do primeiro pelotão, na ordem decrescente de tempo. O menor tempo de todos além de largar no final do pelotão terá o acréscimo de 20 segundos ao tempo da prova.
c) O combustivel a ser utilizado é alcool ou gasolina, podendo ser qdiquirido em qualquer posto de combustível a critério do participante.
d) Haverá um descarte no campeonato entre a primeira e oitava etapa.

 

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